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Protocolo com o Centro Distrital de Braga da Segurança Social vai permitir à CVP reduzir o número de pessoas em situação sem abrigo

          "Se pudéssemos partilhar um desejo seria que, daqui a 20 anos, não existissem estruturas coletivas de apoio. O foco da intervenção com a população em situação de sem abrigo é o indivíduo e a promoção da sua autonomia." 

 

Teve lugar, ontem, a assinatura de um Protocolo com o Centro Distrital de Segurança Social de Braga que visa o financiamento para a continuidade e promoção das respostas “Residências Partilhadas” e “Housing First” de apoio à população em situação de sem abrigo. 

Estes projetos já estão em curso, o primeiro lançado em 2019 e o segundo em 2018, e a experiência de sucesso no terreno identifica a necessidade de potenciar a sua atuação, abrangendo mais beneficiários. Face a isto, o Centro Distrital de Segurança Social disponibilizou-se a apoiar esta expansão através de financiamento que vai permitir, não só acompanhar mais beneficiários, como aumentar a equipa técnica, numa ótica da redução do número de pessoas que se encontram a viver nas ruas da cidade e promoção da sua autonomia. 

"Estes são projetos muito robustos que têm o objetivo de retirar pessoas da rua, assgurando o seu acompanhamento. São, sem dúvida, projetos inovadores!", partilha Nuno Rodrigues, Assistente Social da CVP, responsável pela coordenação destas respostas. 

Joao Ferreira, Diretor do Centro Distrital de Braga da Segurança Social reforça a importância de esforços conjuntos no sentido de apoiar, de forma efetiva, a inclusão dos grupos mais vulneráveis. "Prova e esforço em prol do bem comum que nos faz acreditar que o trabalho conjunto vale a pena”. 

Armando Osório, Presidente da CVP de Braga, explica que "depois da experiência piloto destas respostas foi evidente o sucesso e a necessidade de continuidade e,até, expansão da intervenção com esta população vulnerável".

David Rodrigues, Diretor Executivo da CVP de Braga completa que, "Se pudéssemos partilhar um desejo seria que, daqui a 20 anos, não existissem estruturas coletivas de apoio. O foco da intervenção com a população em situação de sem abrigo é o indivíduo e a promoção da sua autonomia”. 

 

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